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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Zonas quentes no Wikicrimes

Semana passada lançamos mais uma funcionalidade no Wikicrimes: as zonas quentes. São mapas de kernel que realçam determinadas regiões que concentram grandes quantidades de crimes.
Para visualizar basta clicar no botão "Kernel" ou "Zonas Quentes" no mapa.

Mais detalhes no Blog do Vasco: http://vfurtado.blogspot.com/2008/08/mapas-de-kernel-em-wikicrimes.html

Outro detalhe: chegamos a marca de 4 mil crimes.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Unifor entre as 5 do nordeste e as 100 da américa latina

Webometrics Ranking of Word Universities, é um site que desde 2004 publica um ranking que cobre mais de 16 mil instituições de ensino superior por todo o mundo. O foco é a presença da instituição na Web (atividades, visibilidade, prestígio, etc).
Em nível mundial, o destaque é a USP (brasileira mais bem posicionada) que está em 113º e em 2º na América Latina.



A Universidade de Fortaleza - UNIFOR está entre as 100 melhores universidades da América Latina (71º lugar) e em nível mundial (1692º lugar).
Considero um destaque visto que trata-se de uma universidade particular e nordestina. Vale ressaltar que ficou entre as 5 mais bem posicionadas no nordeste. Segue abaixo a lista das melhores do nordeste.

692 Universidade Federal da Bahia
894 Universidade Federal de Pernambuco
1265 Universidade Federal do Ceara
1324 Universidade Federal do Rio Grande do Norte
1692 Universidade de Fortaleza
1733 Universidade Federal da Paraiba
2620 Universidade Federal de Campina Grande
2712 Universidade Federal de Sergipe
3051 Universidade Federal de Alagoas
3137 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Imagem abaixo mostra a posição da Unifor na américa latina


Confira o link

terça-feira, 5 de agosto de 2008

MSN pode provar teoria dos seis graus de separação

Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que a teoria dos seis graus de separação - segundo a qual apenas seis pessoas separam você de qualquer indivíduo no mundo - pode estar correta, embora talvez sete graus seja um número mais exato.

Pesquisadores da Microsoft estudaram os endereços de pessoas que enviaram 30 bilhões de mensagens instantâneas usando o programa MSN Messenger durante um único mês em 2006.

Quaisquer duas pessoas estão conectadas por, em média, sete ou menos conhecidos - dizem os especialistas.

A teoria dos seis graus de separação, criada na década de 1960, exerce fascínio sobre muitos, e inspirou um filme homônimo, dirigido por Fred Schepisi e lançado em 1993.

Em 2006, no entanto, foi questionada por uma especialista e caiu em descrédito.

Em entrevista ao jornal americano Washington Post, um dos pesquisadores envolvidos no projeto Messenger, Eric Horvitz, disse que ele próprio tinha ficado chocado com os resultados.

"O que nós estamos vendo indica que talvez exista uma constante de conectividade social para a humanidade", disse Horvitz.

"As pessoas já suspeitavam de que nós todos somos realmente muito próximos. Mas estamos mostrando em grande escala que esta idéia vai além do folclore".

Mito
O banco de dados usado por Horvitz e seu colega Jure Leskovec envolveu toda a rede de mensagens instantâneas da Microsoft - cerca de metade de todo o tráfego de mensagens instantâneas do mundo - enviadas em junho de 2006.

Para o estudo, duas pessoas foram consideradas conhecidas se tinham enviado ao menos uma mensagem instantânea uma à outra.

Tentando chegar ao menor número de elos da corrente necessários para conectar todos os usuários incluídos no banco de dados, os pesquisadores concluíram que a média era de 6,6 elos e que 78% dos pares poderiam ser conectados por sete ou menos pessoas.

A teoria dos seis graus de separação foi criada pelo psicólogo americano Stanley Milgram após uma série de experimentos conhecida como Small World (mundo pequeno) onde ele pedia a uma pessoa que passasse uma carta a outra, desde que essa outra pessoa fosse conhecida.

O objetivo era que a carta chegasse a uma determinada pessoa, desconhecida da primeira, que vivia em uma outra cidade.

Segundo Milgram, o número médio de vezes que a carta foi passada foi seis - daí a teoria dos seis graus de separação.

Em julho de 2006, entretanto, a psicóloga Judith Kleinfeld, da Alaska Fairbanks University, analisou as anotações da pesquisa original de Milgram e verificou que 95% das cartas não haviam chegado ao seu destinatário final.

Ela concluiu que a teoria dos seis graus não passava de um mito.

Mas a equipe da Microsoft disse que seu estudo valida pela primeira vez, em escala planetária, a teoria de Milgram.





BBC Brasil